inconstranha

Posted in Uncategorized on September 1, 2011 by rafarelax

Como pode ser bom assim
Um dia bem, no outro ruim?
Agora açúcar, mais tarde sal
De dia chuva
À noite sol?

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Erotique

Posted in Uncategorized on July 10, 2010 by rafarelax

Erotique

Transcending the smoky groan
Scent and salt arouse the flow
Misty taste in seeking eyes
Reveals smiles in the fading lights

Incandescent thoughts across the room
Whispers lines and awakens the bloom
Laying down high and low
Fulfilling slowly the panting soul

The whipping rhythm followed naturally
Remanescing pieces of who we should be
All our lies forgotten on the floor
As I ask myself `why do I ever want more?´.

don´t explain

Posted in Músicas on April 10, 2010 by rafarelax

Ouvindo Delicate, Damien Rice

I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair.

 I hate the way you drive my car, I hate it when you stare.

I hate your big dumb combat boots and the way you read my mind.

I hate you so much it makes me sick, it even makes me rhyme.

I hate the way you´re always right, I hate it when you lie.

 I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry.

I hate it when you´re not around, and the fact that you didn´t call.

 But mostly I hate the way I don´t hate you, not even close not even a little bit, not even at all.

routine

Posted in Uncategorized on March 24, 2010 by rafarelax

Certas expressões que eu incorporei involuntariamente do seu vocabulário me fazem lembrar a todo instante.

Le bien qui fait mal

Posted in Uncategorized on January 15, 2010 by rafarelax

Durante anos da minha vida, o motivo de criação era exclusivamente um: o Sol. Clareando minha eterna noite, ele apareceu-intenso, radiante, atraindo todos ao seu redor. Atrevida que só, quis ver mais de perto, sem proteção e sem aviso. Rapidamente saí do eixo e tudo que havia era aquela atraente translação. Todos os outros que vieram passaram como estrela cadente, sem brilho ou poder suficiente para ofuscar a Estrela central.  E nesse ciclo fatalmente inevitável permaneci estagnada, por inteiro. Quando os astros se alinharam em perfeita harmonia, surgiu o eclipse. E nele, surpreendentemente, um olho de Shiva se abriu em minha mente me mostrando que sol que faz do dia, noite, não clareia: cega. Canalizando o pouco que sobrou de minha energia, reencontrei minha órbita e vi aquele sol fajuto se esvair em pó. Então, percebi que aquilo na verdade não era estrela, era um planeta ambicioso e distante que por um descuido meu tentou inverter a ordem natural das coisas, emitindo uma luz fraca- que jurava ser própria- quando na verdade era um reflexo do meu brilho. Ele, virou um buraco negro, em uma galáxia distante, bem longe da minha.  Eu, sigo emanando minha luz a todos que escolho atrair para a minha órbita.

meu diário-fragmentos

Posted in Uncategorized on September 21, 2009 by rafarelax

Em 27/10/2003, então com 16 anos eu escrevi em meu diário “…Mesmo que você tenha flhos, o mais importante é ter quem a ama de verdade ao lado. Alguém que viva para você, em perfeita harmonia, com brigas saudáveis para ter alegria do perdão  e alguém qe veja em você a pessoa certa. Que ele quer e -ainda queria ficar ao lado pro resto da vida. Ah, talvez isso não exista, mas eu quero acreditar nisso,pelo menos hoje”. Hoje, 6 anos após ter escrito essa belas palavras, percebi que era muito mais feliz naquela época em que eu ainda sonhava com a pureza e verdade nas coisas, dos sentimentos e não sabia então das tamanhas emoções que eu viria a possuir algum tempo depois… e da tamanha dor que eu sentiria após perder o primeiro grande amor da minha vida…e o segundo…e o pior, hoje, ver que já vivi o que eu sonhara e que simplismente, não acredito mais…hoje não.

 

ouvindo : the animals were gone  do damien rice

o último verso dele

Posted in Poemas on September 1, 2009 by rafarelax

florbela espanca

“quem diria que um dia eu cairia por uma menina de cabelos vermelhos. da minha pele debaixo das tuas unhas ao respingo de sangue na parede eu me sinto hoje parte de ti. você é minha obra de arte, moldada ao meu modo e eu pigmalião, me apaixonei pelo que esculpi. você é minha versão mais gostosa, minha coelha. não há tempo ou distância que nos separem. somos um, pro eterno.”

Adorei essas linhas, devo confessar. Pelo menos as palavras são imortais e sobrevivem à distância,  indiferença e à dor. Triste mesmo é o ser poético ser tão distante do ser real. E eu  cansei. Dos dois, de nós dois.